Taxa de juro fixa ou variável: Qual a melhor opção?

04 agosto 2020
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As taxas de juro para um crédito à habitação poderão ser fixas ou variáveis. O processo de obtenção de empréstimo é altamente complexo e, por isso, torna-se fundamental conhecer e diferenciar ambas as taxas para determinar o valor mensal a pagar. Neste artigo, pretendemos dar-lhe a conhecer com maior detalhe cada uma das opções, para que compreenda qual será a mais vantajosa para si.  

Taxa de juro variável

A taxa de juro variável engloba a soma da taxa Euribor e do spread. A taxa Euribor trata-se da média das taxas de juros que são praticadas em empréstimos interbancários em território europeu. Nos casos de crédito à habitação, o beneficiário terá a possibilidade de definir o prazo da taxa Euribor. Esta varia, habitualmente, entre os três e os doze meses. Mediante o prazo selecionado, o valor da Euribor sofrerá uma revisão, de forma trimestral, semestral ou anual, respetivamente. Na sequência do valor revisto, a taxa de juro do empréstimo poderá aumentar ou decrescer em função de uma possível alteração no valor da Euribor. O spread é, no fundo, o lucro bancário, que deverá manter-se constante no contrato de crédito. É determinado pela instituição que cede o empréstimo, com base no risco de crédito do cliente e das garantias do empréstimo. Há, contudo, instituições de crédito que, após a aquisição de outros produtos ou serviços financeiros por parte do consumidor, oferecem uma redução do spread no crédito à habitação.  

Taxa de juro fixa

Se contrair um crédito com taxa de juro fixa, o valor da prestação mensal não sofrerá qualquer alteração no período acordado com a instituição credora. Independentemente das oscilações ocorridas na taxa de juro Euribor, o valor a pagar permanecerá inalterado. Por norma, uma taxa de juro fixa apresenta um valor superior à taxa de juro variável. Esta diferença prende-se com a segurança decorrente do não aumento da prestação. Por outro lado, caso a taxa Euribor decresça, a prestação do cliente manter-se-á igual.   Existem, igualmente, as taxas mistas, que preveem, numa primeira instância, um período de contrato com aplicação de uma taxa fixa. Mais tarde, a taxa tornar-se-á variável até ao término do contrato.  

A escolha da taxa mais proveitosa para si

Atendendo à conjuntura atual que Portugal atravessa, com as oscilações diárias da taxa Euribor e com alguma instabilidade económica, é particularmente relevante compreender as implicações das taxas de juro fixa e variável. Segundo Catarina Matos, coordenadora nacional adjunta da DS INTERMEDIÁRIOS DE CRÉDITO, “para quem prefere viver num cenário mais tranquilo e sem grandes surpresas, ter uma prestação fixa poderá ser a melhor opção, na medida em que existem atualmente bancos a praticar taxas fixas muito competitivas comparativamente a taxas variáveis”. Assim, para que cada família possa encontrar a taxa de juro que mais a beneficiará no seu empréstimo, é fundamental consultar uma loja intermediária de crédito e solicitar uma análise criteriosa do seu caso em particular. Desta forma, estará em condições de tomar uma decisão consciente e acertada!   Conte com as equipas da DS INTERMEDIÁRIOS DE CRÉDITO para o auxiliar nesta missão. Obtenha aconselhamento gratuito de profissionais especializados e competentes, que o ajudarão a encontrar melhores condições para o seu crédito à habitação.  

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